A contratação de um Seguro Patrimonial é uma medida primária e fundamental para proteger os negócios em casos de incidentes, acidentes e até desastres naturais. Segundo dados do relatório Global Risk Dialogue divulgados em matéria da revista Apólice, os incêndios são a principal causa de perdas corporativas e responsáveis por mais da metade do montante de sinistros de Property nos últimos cinco anos.

 

Há ainda uma série de outros riscos patrimoniais e ameaças aos estabelecimentos corporativos e plantas industriais. De acordo com a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), somente em 2020, mais de 2 mil alertas de desastres naturais já foram disparados para todo o Brasil. Eventos como vendavais, chuvas e alagamentos são grandes fontes de prejuízo tanto para pessoas físicas quanto para empresas. Um exemplo foi o  ciclone bomba vitimou pessoas e causou uma série de estragos no Sul do país e causando desdobramentos naturais com fortes rajadas de ventos até o Sudeste.

 

Outras constantes ameaças ao patrimônio empresarial também podem ocorrer, mas por ações humanas diretas. Conforme apurado pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019, o Brasil registrou 76.711 roubos a estabelecimentos comerciais no ano de 2018.

 

Neste cenário, é possível contar com a proteção dos seguros patrimoniais. Os custos para a contratação das apólices devem ser tratados como investimentos, já que um seguro ampara a receita em caso de sinistros que poderiam impactar profundamente as finanças e as operações comerciais. Mas, antes da contratação ou da revisão securitária, há uma etapa primordial, necessária para a eficiência e segurança das operações: a aplicação de uma rigorosa Análise de Riscos feita por uma equipe da RCG

 

Os experts em Análise de Riscos da RCG têm ampla experiência em metodologias e aplicação de ferramentas capazes de detectar perigos para o negócio antes que eles se concretizem. Essa atuação é essencial para identificar não somente as ameaças previsíveis, mas também elementos da gestão do negócio que podem vir a representar falhas futuras para todo o ativo da empresa – recursos humanos, infraestrutura, equipamentos e atividades. Para isso, os engenheiros especializados da RCG identificam e classificam todos os perigos e ameaças à vida, possíveis perdas financeiras, danos ao meio ambiente e também à continuidade dos negócios.

 

A eficiência dos resultados da Análise de Riscos efetuada pela RCG também impacta diretamente nos termos de uma Revisão Securitária, pois as empresas que analisam e gerenciam seus riscos apresentam um menor nível de sinistralidade. Além disso, empresas que asseguram e dominam seus riscos preparam terreno para suas próximas estratégias de crescimento. 

 

Análise de Riscos: identificação antecipada de vulnerabilidades e riscos

 

A aplicação da Análise de Riscos da RCG é uma etapa primordial para identificar não apenas ameaças previsíveis, mas também elementos da gestão do negócio que podem vir a representar falhas e ameaças futuras. Todas as atividades possuem riscos inerentes aos seus processos, mas, ainda assim, a excelência da Análise de Riscos da RCG proporciona um diagnóstico apurado para transformar estes riscos em oportunidades estratégicas de crescimento.

 

 A Análise de Riscos realizada no momento da Revisão Securitária detecta e restringe fontes de possíveis perdas e ameaças que podem impactar a integridade do estabelecimento e suas operações, considerando não apenas as ameaças externas e riscos circunstanciais de acidentes e catástrofes, mas também a disposição de todo o ativo da empresa.

 

Neste contexto, é importante ressaltar que, em qualquer circunstância, uma empresa segurada que sofre um sinistro será indenizada apenas pelo valor acordado em sua apólice, respeitando a cobertura previamente estabelecida. O que pode acontecer na contratação de um seguro sem o diagnóstico de uma Análise de Riscos? 

 

Vamos supor que uma fábrica contrata uma apólice contra vendavais com valor máximo de R$ 200.000,00 de indenização. Algum tempo depois, o vendaval vem a acontecer, mas os prejuízos da empresa chegam aos R$250.000,00, pois o dimensionamento real dos riscos não foi considerado no momento da contratação. Neste caso, mesmo amparada com o seguro, a empresa recebe somente o valor contratado na apólice e assume o prejuízo de R$ 50.000. 

 

Imagine ainda que, neste mesmo vendaval, parte da cobertura do empreendimento seja arrancada e atinja propriedades de terceiros em seu entorno. Os prejuízos do ocorrido não serão cobertos pela seguradora se a empresa não dispuser de uma apólice específica para este tipo de sinistro (neste caso, um Seguro de Responsabilidade Civil), aumentando ainda mais o valor das perdas acidentais.

 

Por isso, a Análise de Riscos da RCG desempenha uma estratégia de minimização e contenção de riscos e prejuízos para a contratação ou renovação de qualquer tipo de seguro voltado às empresas.

 

Identificando as vulnerabilidades pertinentes à atividade e condições de patrimônio, é possível avaliar com mais clareza e assertividade quais são as coberturas securitárias mais adequadas, assim como estimar o valor de indenização compatíveis com os riscos do estabelecimento. 

 

Dessa forma, a Análise de Riscos equilibra os investimentos em proteção eliminando as chances de contratação de coberturas que não são necessárias, ou mesmo aquelas coberturas que são substanciais para proteger o patrimônio, mas que podem estar cotadas acima do ideal e gerar perdas com o pagamento de prêmios desnecessários.

 

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